domingo, 4 de julho de 2010

Paulo Freire - Pedagogia da Esperança


Quando muita gente faz discursos pragmáticos e defende nossa adaptação aos fatos, acusando sonho e utopia não apenas de inúteis, mas também de inoportunos enquanto elementos que fazem necessariamente parte de toda prática educativa desocultadora das mentiras dominantes, pode parecer estranho que eu escreva um livro chamado Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido.
Para mim, pelo contrário, a prática educativa de opção progressista jamais deixará de ser uma aventura desveladora, uma experiência de desocultação da verdade. É porque sempre pensei assim que, às vezes, se discute se sou ou não um educador. Foi isto que, recentemente, ocorreu em um encontro realizado na UNESCO, em Paris, me disse um dos que dele participaram, em que representantes latino-americanos negavam a mim a condição de educador. Não a eles, é óbvio. Criticavam em mim o que lhes parecia minha politização exagerada.
Não percebiam, porém, que, ao negarem a mim a condição de educador, por ser demasiado político, eram tão políticos quanto eu. Certamente, contudo, numa posição contrária à minha. Neutros é que nem eram nem poderiam ser.
Por outro lado, deve haver um sem-número de pessoas pensando como um professor universitário antigo meu que me indagou, espantado: "Mas como, Paulo, uma Pedagogia da esperança no bojo de uma tal sem-vergonhice como a que nos asfixia hoje, no Brasil?”
É que a "democratização” da sem vergonhice que vem tomando conta do país, o desrespeito à coisa pública, a impunidade se aprofundaram e se generalizaram tanto que a nação começou a se pôr de pé, a protestar. Os jovens e os adolescentes também, vêm às ruas, criticam, exigem seriedade e transparência. O povo grita contra os testemunhos de desfaçatez, As praças públicas de novo se enchem. Há uma esperança, não importa que nem sempre audaz, nas esquinas das ruas, no corpo de cada uma e de cada um de nós. E como se a maioria da nação fosse tomada por incontida necessidade de vomitar em face de tamanha desvergonha.
Por outro lado, sem sequer poder negar a desesperança como algo concreto e sem desconhecer as razões históricas, econômicas e sociais que a explicam, não entendo a existência humana e a necessária luta para fazê-la melhor, sem esperança e sem sonho. A esperança é necessidade ontológica; a desesperança, esperança que, perdendo o endereço, se torna distorção da necessidade ontológica.
Como programa, a desesperança nos imobiliza e nos faz sucumbir no fatalismo onde não é possível juntar as forças indispensáveis ao embate recriador do mundo.
Não sou esperançoso por pura teimosia mas por imperativo existencial e histórico.
Não quero dizer, porém, que, porque esperançoso, atribuo à minha esperança o poder de transformar a realidade e, assim convencido, parto para o embate sem levar em consideração os dados concretos, materiais, afirmando que minha esperança basta. Minha esperança é necessária mas não é suficiente. Ela, só, não ganha a luta, mas sem ela a luta fraqueja e titubeia. Precisamos da herança crítica, como o peixe necessita da água despoluída.
Pensar que a esperança sozinha transforma o mundo e atuar movido por tal ingenuidade é um modo excelente de tombar na desesperança, no pessimismo, no fatalismo. Mas, prescindir da esperança na luta para melhorar o mundo, como se a luta se pudesse reduzir a atos calculados apenas, à pura cientificidade, é frívola ilusão. Prescindir da esperança que se funda também na verdade como na qualidade ética da luta é negar a ela um dos seus suportes fundamentais. O essencial como digo mais adiante no corpo desta Pedagogia da esperança, é que ela, enquanto necessidade ontológica, precisa de ancorar-se na prática. Enquanto necessidade ontológica a esperança precisa da prática para tornar-se concretude histórica, É por isso que não há esperança na pura espera, nem tampouco se alcança o que se espera na espera pura, que vira, assim, espera vã.
Sem um mínimo de esperança não podemos sequer começar o embate mas, sem o em ate, a esperança, como necessidade ontológica, se desarvora, se desenderereça e se torna desesperança que, as vezes, se alonga em trágico desespero.Daí a precisão de uma certa importância em nossa existência, individual e social, que não devemos experimentá-la de forma errada, deixando que ela resvale para a desesperança e o desespero. Desesperança e desespero, conseqüência e razão de ser da inação ou do imobilismo.
Nas situações-limites, mais além das quais se acha o “inédito viável”¹, às vezes perceptível, às vezes, não, se encontram razões de ser para ambas as posições: a esperançosa e a desesperançosa.
Uma das tarefas do educador ou educadora progressista, através da análise política, séria e correta, é desvelar as possibilidades, não importam os obstáculos, para a esperança, sem a qual pouco podemos fazer porque dificilmente lutamos e quando lutamos, enquanto desesperançados ou desesperados, a nossa é uma luta suicida, é um corpo-a-corpo puramente vingativo. O que há, porém, de castigo, de pena, de correção, de punição na luta que fazemos movidos pela esperança, pelo fundamento ético-histórico de seu acerto, faz parte da natureza pedagógica do processo político de que a luta é expressão. Não será equitativo que as injustiças, os abusos, as extorsões, os ganhos ilícitos, os tráficos de influência, o uso do cargo para a satisfação de interesses pessoais, que nada disso, por causa de que, com justa ira, lutamos agora no Brasil, não seja corrigido, como não será carreto que todas e todos os que forem julgados culpados não sejam severamente, mas dentro da lei, punidos.
Não basta para nós, nem é argumento válido, reconhecer que nada disso é "privilégio” do Terceiro Mundo, como às vezes se insinua. O Primeiro Mundo foi sempre exemplar em escândalos de toda espécie, sempre foi modelo de malvadez, de exploração, Pense-se apenas no colonialismo, nos massacres dos povos invadidos, subjugados, colonizados; nas guerras deste século, na discriminação racial, vergonhosa e aviltante, na rapinagem por ele perpetrada. Não, não temos o privilégio da desonestidade, mas já não podemos compactuar com os escândalos que nos ferem no mais profundo de nós.
Que cinismo – entre dezenas de outros – o de certos políticos que, pretendendo esconder a seus eleitores – que têm absoluto direito de saber o que fazem no Congresso e por que fazem –, defendem, com ares puritanos, em nome da democracia, o direito de esconder-se no "voto secreto" durante a votação do impedimento do presidente da República. Por que se esconder, se não há risco, o mais mínimo, de terem sua integridade física ofendida? Por que se esconder se proclamam a “pureza”, a "honradez", a "inatacabilidade” de seu presidente? Pois que assumam, com dignidade, a sua opção. Que explicitem sua defesa do indefensável.
A Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido é um livro assim, escrito com raiva, com amor, sem o que não há esperança. Uma defesa da tolerância, que não se confunde com a conivência, da radicalidade; uma crítica ao sectarismo, una compreensão da pós-modernidade progressista e uma recusa à conservadora, neoliberal.
Num primeiro momento, procuro analisar ou falar de tramas da infância, da mocidade, dos começos da maturidade em que a Pedagogia do oprimido com que me reencontro neste livro era anunciada e foi tomando forma, primeiro, na oralidade, depois, graficamente.
Algumas dessas tramas terminaram por me trazer ao exílio a que chego com o corpo molhado de história de marcas culturais, de lembranças, de sentimentos, de dúvidas, de sonhos rasgados mas não desfeitos, de saudades de meu mundo, de meu céu, águas mornas do Atlântico, da “língua errada do povo, língua certa do povo”.* Cheguei ao exílio e à memória que trazia no meu corpo antas tramas juntei a marca de novos fatos, novos saberes constituindo-se então em novas tramas.
A Pedagogia do oprimido emerge de tudo isso e falo dela, de como aprendi ao escrevê-la e até de como, ao primeiro falar dela, fui aprendendo a escrevê-la.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

MINHA PRIMEIRA VEZ NO PALCO...





No início deu um nervoso, mas depois que eu coloquei meu pé no palco o nervosismo que eu estava tinha acabado. Depois que terminou a apresentação eu vi na minha cabeça que o teatro mudou e vai mudar a minha vida.
Eu gostei da minha primeira vez. Téo Silva 16 anos

Eu me apresentei na Universidade do Capão do Leão, meu coração disparou na hora em que começou a peça, ficou a mil. Mas saiu tudo bem e nós não erramos nada na peça. Eu na hora fiquei com vergonha e com medo de errar , então eu não tenho o que falar, eu gostei e estava muito bom.
Alison Duarte 14 anos

Eu me apresentei no Capão do Leão, gostei muito, desde quando chegamos até quando fomos embora. A apresentação estava ótima, acho que eu estava bem, menos quando eu errei o lugar que tinha que ficar.
Jonny Gabriel 12 anos

Adorei, foi uma coisa que nunca senti antes, uma sensação boa, adorei me apresentar, agradeço os guris por essa oportunidade. É muito legal, espero ter uma oportunidade de estudar naquela faculdade. Gracimare 13 anos

Eu gostei muito, fiquei muito nervosa mas achei muito legal, mas também fiquei com medo de errar na hora de subir no palco, mas foi bem interessante e gostei bastante do passeio que agente fez depois da apresentação.
Sabrina Duarte 14 anos

Fiquei muito nervosa e com medo de errar, mas eu gostei da apresentação foi uma experiência muito legal, achei que a nossa apresentação foi muito boa, amei. Andriele Lima 14 anos

Eu gostei muito, eu me apresentei no Capão do Leão, é muito legal, foi muito legal, adorei na hora da apresentação, deu um frio na minha barriga, deu vontade de não se apresentar, mas teatro não é assim.
Isabella Lemos 12 anos

Eu adorei, fiquei muito nervosa no começo, mas depois eu fiquei relaxada, foi uma experiência muito grande. Franciele Lima 14 anos

Eu adorei demais, muito bom, adorei ver a peça dos outros eu agradeço por terem me dado essa oportunidade. Andreza Duarte 14 anos

Estava muito legal, eu estava muito nervosa, mas agora estou pronta para a próxima. Roberta Porto 13 anos

sábado, 12 de junho de 2010

Quilombo no I Simpósio de Licenciaturas da UFPel



O Projeto Quilombo participou do I Simpósio de Licenciaturas da UFPel ,organizado pelos alunos do curso de Biologia.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Apresentações Teatrais no CRAS




No dia 9 de junho de 2010 ocorreu uma Festa Junina no CRAS e mais um vez o projeto Quilombo esteve presente, juntamente com seus integrantes - artistas.
Dois grupos participaram das festividades.
O "CASAMENTO CAIPIRA" coordenado pelas estudantes de Teatro Dagma Colomby, Jandira de Brito e Lídia Rosenhein e "OS PRÍNCIPES" sob coordenação de Gabriela Shaun e Ingrid Duarte.

"Dramatizar não é somente uma realização de necessidade individual na interação simbólica com a realidade, proporcionando condições para um crescimento pessoal, mas uma atividade coletiva em que a expressão individual é acolhida. Ao participar de atividades teatrais, o indivíduo tem a oportunidade de se desenvolver dentro de um determinado grupo social de maneira responsável, legitimando os seus direitos dentro desse contexto, estabelecendo relações entre o individual e o coletivo, aprendendo a ouvir, a acolher e a ordenar opiniões, respeitando as diferentes manifestações, com a finalidade de organizar a expressão de um grupo. O teatro tem como fundamento a experiência de vida: idéias, conhecimentos e sentimento. A sua ação é a ordenação desses conteúdos individuais e grupais."

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O que é psicologia social?


A psicologia social aborda as relações entre os membros de um grupo social, portanto se encontra na fronteira entre a psicologia e a sociologia. Ela busca compreender como o homem se comporta nas suas interações sociais. Para alguns estudiosos, porém, a comparação entre a Psicologia Social e a Sociologia não é assim tão simples, pois ambas constituem campos independentes, que partem de ângulos teóricos diversos. Há, portanto, uma distância considerável entre as duas, porque enquanto a psicologia destaca o aspecto individual, a sociologia se atém à esfera social.
O que a Psicologia Social faz é revelar os graus de conexão existentes entre o ser e a sociedade à qual ele pertence, desconstruindo a imagem de um indivíduo oposto ao grupo social. Um postulado básico dessa disciplina é que as pessoas, por mais diversificadas que sejam, apresentam socialmente um comportamento distinto do que expressariam se estivessem isoladas, pois imersas na massa elas se encontram imbuídas de uma mente coletiva. É esta instância que as leva a agir de uma forma diferente da que assumiriam individualmente. Este ponto de vista é desenvolvido pelo cientista social Gustave Le Bon, em sua obra Psicologia das Multidões. Este pesquisador esteve em contato com Freud e, desse debate entre ambos, surgiu no alemão o conceito de ‘massa’, que por problemas de tradução ele interpretou como ‘grupo’, abordando-o em suas pesquisas, que culminariam com a publicação de Psicologia de Grupo, em 1921.
A Psicologia Social também estuda o condicionamento – processo pelo qual uma resposta é provocada por um estímulo, um objeto ou um contexto, distinta da réplica original – que os mecanismos mentais conferem à esfera social humana, enquanto por sua vez a vivência em sociedade igualmente interfere nos padrões de pensamento do Homem. Esse ramo da psicologia pesquisa, assim, as relações sociais, a dependência recíproca entre as pessoas e o encontro social. Estas investigações teóricas tornam-se mais profundas ao longo da Segunda Guerra Mundial, com a contribuição de Kurt Lewin, hoje concebido por muitos pesquisadores como o criador da Psicologia Social.
No Brasil, destacam-se nesta esfera dois psicólogos que trilham caminhos opostos: Aroldo Rodrigues – que tem um ponto de vista mais empirista, ou seja, acredita nas experiências como fonte única do conhecimento -, e Silvia Lane – que adota uma linha marxista e sócio-histórica. Ela tem discípulos conhecidos nos meios psicológicos, entre eles Ana Bock, influenciada pelo bielo-russo Vigotski, e Bader Sawaia, que realizou importantes estudos sobre a exclusão e a inclusão. Estes psicólogos acreditam que a economia neoliberal e o Estado que o alimenta criam subjetividades moldadas segundo as suas características próprias, ou seja, têm grande influência sobre o desenvolvimento emocional dos indivíduos. Esta linha de pensamento é mais aplicada em discussões teóricas do que no interior dos consultórios.
Esta teoria psicológica tem sido alvo de muitas críticas atualmente. Algumas delas dão conta de que ela se restringe a descrever fatos, apenas nomeando os mecanismos sociais visíveis; foi criada no contexto de uma sociedade norte-americana que, no final da guerra, precisava recuperar sua economia, valendo-se para isso de recursos teóricos que lhe permitissem interferir na realidade social e então intensificar a produção econômica, assim investiu em pesquisas sobre processos comunicativos de convencimento, modificações nas ações pessoais, etc., tentando moldar os procedimentos individuais à conjuntura social; alimenta uma visão restrita da vida social, reduzida apenas à interação entre indivíduos, deixando de lado uma totalidade mais complexa e dinâmica das criações humanas, que simultaneamente edifica o real social e cria o indivíduo, conceito que se torna ponto de partida para a elaboração de uma Psicologia Social nova. Esta linha de pensamento adota uma postura mais crítica no que tange à vida social, e defende uma colaboração mais ativa da ciência para modificar a sociedade. Assim, ela busca transcender os limites de sua antecessora.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O que é teatro?




Teatro é não ter vergonha de se mostrar, é soltar a imaginação. Mary Anne - 14 anos

Eu entendi muitas coisas tenho amigos no teatro vem na minha cabeça para fazer peças. Isabella – 12 anos

Eu entendo que teatro é fazer as pessoas ficar alegres expressar a alegria de diversas formas. Juan 16 anos

Eu entendo que o teatro comove as pessoas. Teatro expressa sentimentos, alegrias, tristezas, etc. Teatro me lembra novela porque ator vem do teatro. Nataniel – 16 anos

Eu entendo de teatro que a gente fica alegre, feliz com os omoristas e os personagens, Antonio Nunes games, palhassos. Teatro para mim é ser alegre e imitar umuristas. Alisson – 14 anos

Eu entendo de teatro que o teatro é para as pessoas aprenderem pras crianças o teatro é palhaço pintado as crinças e os adultos vendo e admirindo os palhaços. Amanda – 12 anos

Teatro é mostrar o que se sente sem medo, sem preconceito, com peças que inspiram sonhos que por cada dia parecem ser mais reais. Henrisson – 13 anos

Teatro é mostrar que se sabe fazer saber atuar. Bruno – 13 anos

Eu gosto de teatro porque La se atua e é muito legal porque se faz outras pessoas. Michael – 13 anos
Eu entendo : que agente vira outro personagem, se diverte e atua e fais humorístico. Gracimare – 13 anos

Eu entendo que é um espetáculo e que é muito bom, melhora a vida e deixa a vida mais alegre. Richard – 14 anos

Eu entendo por teatro que é muito bom vamos supor faz peças poder brincar e fazer ator. Andreza – 13 anos

Teatro é um personagem que atua. Franciele – 14 anos

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O que fazer do tempo livre?




Às classes médias, especialmente à classe média baixa, esta realidade desumana reserva uma condição embebida de escárnio e frustração: impossibilitadas de subir na escala social, são induzidas a crer que através do trabalho esgotante e do uso útil e produtivo das poucas horas de tempo livre, alcançarão a piedade divina e o jardim do éden na outra vida que promete ser boa. As horas livres devem ser preenchidas com labores extras, cursos técnicos ou de especialização, igreja e, às mulheres, também as tarefas domésticas e a atenção à prole. Como o sistema tem rechas, estão autorizadas a passar os domingos frente à televisão.
As condições brutais de vida nos bairros pobres e, muitas vezes, nos locais de trabalho, não permitem o desenvolvimento de outros olhares sobre possíveis realidades e sobre si mesmos. Aos pobres, espaços e infra-estruturas igualmente pobres: o campo de futebol improvisado e a bola velha e murcha; as imitações piratas
e baratas e as múltiplas igrejas; a prole gigantesca e a bolsa família; os baixos salários e o vale transporte; os barracos na corda bamba e os bailes “funk”. Sintomas de uma enfermidade social e política, a impotência das instituições e dos sistemas de educação que foram seduzidas pelo discurso naturalizado da cultura da exclusão, do merecimento por casta e herança, da eleição divina, da discriminação e do preconceito.
Nesse sentido, a “educação para o uso adequado do tempo livre” adquire uma função educativa fundamental. É nos tempos não cotidianos que a pessoa pensa e se e se vê, reflete sobre sua condição e sua ação no mundo. É preciso aprender a fazer o tempo nos poucos tempos livres de modo livre e desinteressado.
E é ae que a ARTE em forma de TEATRO entra, para preencher uma lacuna na vida do indivíduo dando-lhe um suporte e uma chance de mudar o seu destino, de costruir uma nova história.